Banco do Brasil tem cara nova nas redes sociais

O Banco do Brasil coloca na rua nesta sexta-feira, 14, sua nova atuação nas redes sociais, com uma linguagem mais informal, próxima dos usuários da rede. As mudanças passam pelas identidades visual, textual, audiovisual e até de tom de voz. Os posts serão em primeira pessoa na maioria das vezes.

Após pesquisas e estudos, o Banco identificou a necessidade de se reposicionar em ambientes digitais, em alinhamento ao posicionamento de mercado. Com essas informações em mãos, a Isobar produziu o Guia de Expressão em Redes Sociais e o filme com o manifesto da nova persona, este último publicado em todos os perfis do BB.

Por meio das redes sociais, o Banco pretende mudar a percepção da sua marca, para que as pessoas vejam o BB mais jovial e dinâmico, valorizando ainda mais os relacionamentos. Para isso, as postagens falarão sobre assuntos que reflitam a percepção dos atributos e o posicionamento da marca, considerando quatro pilares de comunicação: institucional, relacionamento, atendimento e negócios.

“Com uma estratégia de presença permanente, conteúdos relevantes e abordagem adequada a cada perfil de público, a nova atuação do BB em redes sociais contribui para o posicionamento institucional, gera valor para marca, apoia o relacionamento com o cliente e a realização de negócios”, aponta Beto Sabato, gerente executivo da Assessoria de Comunicação do BB.

Como medida de acessibilidade e inclusão, o Banco tornou permanente o uso da hashtag #PraCegoVer no Facebook. Desde então, todos os posts trazem a descrição do que está sendo mostrado nas imagens.

O Banco do Brasil realizou mais de 28 mil atendimentos pelas redes sociais no mês de junho, quase 1 mil por dia. Metade das respostas do BB foram personalizadas e 91% das menções ao Banco tiveram agradecimentos dos clientes. Em um ano, o número de interações evoluiu em 387% no Twitter e em 592% no Facebook, a principal rede em que ocorrem os atendimentos – 80% das interações foram feitas nessa plataforma.

Para definir a persona, o Banco usou um sistema estruturado para compreender e alavancar os significados dos arquetípicos atribuídos às marcas, das norte-americanas Margaret Mark e Carol Pearson. O sistema foi baseado em estudo dos 12 arquétipos das motivações humanas, do psicólogo Carl Jung. Segundo elas, as empresas devem possuir um arquétipo que se relacione com seus clientes, que fale a mesma língua.

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